Let it be †

Let it be †
All Mota
Todos os textos escritos neste blogue são escritos pela autora, caso contrário estão devidamente identificados. Agora sobre mim? Bem, sou portuguesa, tenho uma irmã gémea, tudo o que aqui escrevo tem um motivo, uma razão e um porquê e em cada um é diferente, tenho um auto controlo de nível médio, mas em termos de confiança supero-me, tenho gostos e desgostos como toda a gente e de cada erro que cometo levo de cada um uma aprendizagem, sou uma pessoa calma, mas também tenho os meus momentos de loucura e também me torno bastante impaciente quando tem que ser. Sou altruísta e detesto-me por isso, defendo que nem todos os irmãos têm de ser de sangue, e como sempre quis ter um irmão da minha idade e outro mais velho tornei o meu desejo realidade. Adoro estar nos braços de um rapaz, mas tudo tem um fim e tudo acaba bem, e se não acabou bem, é porque ainda não chegou ao fim. xo-xo

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denominador impossível
Friday, March 16, 2012 @ 2:31 PM | comment (65)




Nós apaixonamos-nos por uma pessoa, mesmo sabendo que é a pessoa errada porque esperamos estar enganados e sempre que ela faz uma coisa que mostra que ela não é boa nós ignoramos e sempre que ela age bem ela nos reconquista e aí nós esquecemos a ideia de que ela não serve para nós e continuamos a amá-la. : é este o meu último pensamento antes de adormecer da noite passada. [Imagino-te na beira de um rio, ao pé de mim, começo a sentir frio e vais a casa, que é mesmo lá, buscar aquela tua camisola que sabes que adoro. Esperamos pelo só, aliás, pela hora em que ele se vai embora e é substituído pela lua e pelas estrelas. Ali permanecemos, calados, quietos, abraçados uma ao outro. Tu começas por dizer umas palavras mas não consigo prestar atenção, não porque não me interessasse mas porque não consegui tirar os olhos do teu sorriso, peço-te para repetir: "Vês aquela estrela além?", saio do meu mundo e respondo "Sim, vejo, o que tem Diogo?" e saem apenas quatro palavras da tua boca "Amo-te daqui até lá!", "Só isso?" pergunto-lhe num tom de gargalhada,  "Até é bem mais do que isso" respondes-me e completas a tua frase com um beijo na minha testa. Começo a tremer e peço-te um abraço, dás-mo e ficamos assim até eu começar a falar: "Não quero que te vás embora, quero que fiquemos assim até ao fim, não pode haver amanhã, podes já ter ido.", "Confia em mim, princesa." dizes-me. "Eu em ti confio Diogo" respondo eu já a chorar, "Então? Vá, não te preocupes, eu cuido de ti." dizes tu para me acalmares o coração. "Não te consigo largar!" sussurro-lhe ao ouvido, "Não largues, eu estou bem assim" respondes-me tu. Acabo por adormecer agarrada a ti] e o despertador começa a tocar, são 7:30h da manhã, está na hora de voltar ao mesmo de sempre, e tu? onde estás? looooooooooonge, bem longe. "Não acredito nisto, mais um sonho" primeiro e único pensamento do dia. Ora bolas, malditos sonhos que não param, que só me fazem sentir mais a tua falta, mas (...) para mim, chegou a hora do que eu menos queria: tenho que te dizer adeus.
all mota

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