Let it be †

Let it be †
All Mota
Todos os textos escritos neste blogue são escritos pela autora, caso contrário estão devidamente identificados. Agora sobre mim? Bem, sou portuguesa, tenho uma irmã gémea, tudo o que aqui escrevo tem um motivo, uma razão e um porquê e em cada um é diferente, tenho um auto controlo de nível médio, mas em termos de confiança supero-me, tenho gostos e desgostos como toda a gente e de cada erro que cometo levo de cada um uma aprendizagem, sou uma pessoa calma, mas também tenho os meus momentos de loucura e também me torno bastante impaciente quando tem que ser. Sou altruísta e detesto-me por isso, defendo que nem todos os irmãos têm de ser de sangue, e como sempre quis ter um irmão da minha idade e outro mais velho tornei o meu desejo realidade. Adoro estar nos braços de um rapaz, mas tudo tem um fim e tudo acaba bem, e se não acabou bem, é porque ainda não chegou ao fim. xo-xo

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d.
Sunday, September 25, 2011 @ 6:12 PM | comment (19)





Sei que vou morrer inocente, sem nunca ter descoberto o certo e o errado, sem nunca ter sabido o que é ser amado. Posso tentar falar do amor mas não é tarefa fácil. Há recortes  espalhados pelo chão, poemas riscados e deitados ao lixo, músicas de amor que perdem a melodia e a piada de serem ouvidas, tantas bocas por sorrir, tanto carinho desperdiçado, lágrimas derramadas, silêncios inesperados, desculpas falsas, grandes mentiras, amores escondidos entre duas ou quatro paredes ou talvez nunca revelados, sentimentos esquisitos, frios na barriga, sofrimento causado, boatos criados, lutas e batalhas vencidas, alegrias tornadas reais, conhecimentos adquiridos, momentos que jamais serão esquecidos, beijos sentidos, abraços reconfortantes e necessários, palavras faladas, caminhos cruzados, distâncias distantes, saudade causada e comprometida, arrependimentos feitos, transparecia total, esquecimentos sem querer, pensamentos lúcidos, perguntas questionadas, boa disposição contagiante. Dizem por aí que um beijo teu vale muito mas não me disseram quanto vale cada lágrima perdida por tua causa porque vale muito mais e isso não é dito, pois são opostos directos. O meu medo leva-me a perder coisas únicas na vida, a desistir do que se pode ter, leva-me à loucura. Digo-te que já perdi muita água só de pensar em ti, na possibilidade de que te posso perder, na possibilidade de que te estou a perder, medo de que tudo tenha sido esquecido ou que nunca mais foi lembrado ou recordado. Sorrio depois disso quando me lembro dos nossos bons momentos, É preto no branco e transparente como a água, não quero que nada mude, contigo nunca estou só, amo-te d. 


já chegamos aos 200 (e já passamos) obrigada a todos e todas, OBRIGADA mesmo! Isso dá-me ainda mais forças para continuar a escrever, visto que sei que 200 pessoas gostam (: obrigada e fica aqui um beijinho da vossa,
  allmota.



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