Let it be †

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All Mota
Todos os textos escritos neste blogue são escritos pela autora, caso contrário estão devidamente identificados. Agora sobre mim? Bem, sou portuguesa, tenho uma irmã gémea, tudo o que aqui escrevo tem um motivo, uma razão e um porquê e em cada um é diferente, tenho um auto controlo de nível médio, mas em termos de confiança supero-me, tenho gostos e desgostos como toda a gente e de cada erro que cometo levo de cada um uma aprendizagem, sou uma pessoa calma, mas também tenho os meus momentos de loucura e também me torno bastante impaciente quando tem que ser. Sou altruísta e detesto-me por isso, defendo que nem todos os irmãos têm de ser de sangue, e como sempre quis ter um irmão da minha idade e outro mais velho tornei o meu desejo realidade. Adoro estar nos braços de um rapaz, mas tudo tem um fim e tudo acaba bem, e se não acabou bem, é porque ainda não chegou ao fim. xo-xo

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boys and girls
Monday, May 16, 2011 @ 9:37 PM | comment (44)

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(com a ajuda da marilú)
Porque é que quando as raparigas dizem que os rapazes são todos iguais e escolhem tanto ? Se são todos iguais não é preciso tanta escolha. Eu estou na dúvida, porque nem todos os rapazes são maus, mas o pior é que eles são como as casas de banho : nas individuais, as que têm porcaria são as que estão livres e as melhores estão ocupadas. Tanto são as casas de banho como as árvores : as raparigas estão distribuídas pelos ramos e os rapazes estão na base, para escolher a sua dama. Os gajos mais fracos, sem força para trepar a árvore até ao topo, onde estão as melhores raparigas, atribuem a palavra «fraco» a «forte», porque são conhecidos como machos. Os mais fortes, que nem sempre os vemos, mas eles podem estar mesmo debaixo de uma pequena folha, são os melhores pois lutam pela felicidade e pelo amor verdadeiro. As árvores que se vem agora não me dizem nada, a palavra amor já não é conhecida nem reconhecida na floresta. Os rapazes chegam perto de uma árvore, olham, escutam-a como se fossem os ideais e nós raparigas sentimo-nos amadas e felizes, óbvio. Mas o que eles querem mesmo não é dar amor, felicidade, proteger, eles querem sim a diversão. Nós, as raparigas, podemos abrir os olhos a tempo, mas acabamos sempre por atirar areia para os nosso próprios olhos pois não queremos acreditar nunca na verdade e preferimos viver numa mentira. Somos ousadas e usadas e no fundo não passamos de umas culpadas. Quando é que voltamos a viver na antiga floresta, onde tudo se encontrava dentro dos limites ?

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